Resultados preliminares do efeito de indutores de resistência no controle da cercosporiose em beterraba
Neumann Silva, V.; Do Amaral, J. C.; Martinelli, V., Cigel, C.; Wordell Filho, J. A.

A cercosporiose é considerada a doença mais destrutiva de beterraba no mundo. O controle é realizado com cultivares resistentes e aplicação de fungicidas, contudo, novas alternativas são fundamentais para a sustentabilidade. O objetivo desta pesquisa foi verificar se fosfito de potássio, fosfito de manganês e silício podem induzir resistência à cercosporiose em beterraba. O experimento foi realizado na Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó, Brasil, em delineamento experimental blocos ao acaso, em esquema fatorial 2 x 4 (cultivares x indutores de resistência). As cultivares utilizadas foram: Early Wonder Tall Top e Vermelha Comprida.  foram: silício, fosfito de potássio, fosfito de manganês e água (controle). As avaliações dos sintomas foram realizadas a cada sete dias, dos 30 aos 70 dias após o transplante (DAT) de mudas, de acordo com escala diagramática de sete níveis. Aos 75 DAT foi realizada a colheita e determinada a produtividade. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e comparação de médias (Scott Knott p<0,05). Nas condições em que foram realizados o ensaio o fosfito de potássio pode induzir a resistência de plantas de beterraba à cercosporiose na fase inicial do ciclo da cultura; o fosfito de manganês incrementou a produtividade, e o silício não só induziu a resistência na fase inicial e final do ciclo, mas também incrementou a produtividade de beterraba. Novas repetições destes estudos em anos sucessivos poderão permitir a confirmação, com maior rigor estatístico, dos resultados observados.

Beta vulgaris, Cercospora beticola, fosfitos, silício.
   
Preliminary results of inducers resistance effects in beet Cercosporiose control.
Neumann Silva, V.; Do Amaral, J. C.; Martinelli, V., Cigel, C.; Wordell Filho, J. A.

Cercosporiosis is considered the most destructive beet disease in the world. Control is carried out with resistant cultivars and application of fungicides; however, new alternatives are fundamental for sustainability. The objective of this research paper was to verify if potassium phosphite, manganese phosphite and silicon (Si) can induce resistance to cercosporiosis in beets. The experiment was carried out at the Federal University of the Southern Frontier, Chapecó campus, Brazil, in a randomized block experimental design, in a 2 x 4 factorial scheme (cultivars x resistance inducers). The cultivars used were: Early Wonder Tall Top and Vermelha Comprida. The resistance inducers were: Silicon monoxide, potassium phosphite, manganese phosphite and water (control). Symptom assessments were performed every seven days, from 30 to 70 days after transplantation (DAT) of seedlings, according to a diagrammatic scale. At 75 DAT the harvest was performed and the productivity determined. The results were submitted to analysis of variance and comparison of means (Scott Knott p <0.05).Under the conditions under which the test was carried out, potassium phosphite may induce resistance of beet plants to cercosporiosis at the initial stage of the crop cycle; manganese phosphite increased productivity, and silicon not only induced resistance at the beginning and end of the cycle but also increased beet productivity. New repetitions of these studies in successive years may allow the confirmation, with greater statistical accuracy, of the observed results.

Beta vulgaris, Cercospora beticola, phosphites, silicone.
   

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